Belo Horizonte – Globalizando e se Projetando

Ficamos decepcionados, triste mesmo com a derrota do Atletico Mineiro na semi-final do Campeonato Mundial de Clubes realizado em Marrocos.  O campeao sul-americano empatou o jogo no segundo tempo com uma bela cobranca do Ronaldinho e depois sofreu um penal bem questionavel o que abriu portas para a vitoria do time da casa: Raja Casablanca por um placar de 3 x 1.

O destaque foi a projecao internacional de Belo Horizonte, atraves de sua equipe centenaria.  Mas BH vem tambem ganhando status em outras areas.  Citi e a revista The Economist identificou Belo Horizonte como uma cidade emergente preparando para o ano 2025.  Parece longe mas para quem ja viveu mais de meio seculo, 11 anos e logo ai.  A pesquisa da Economist examinou uma serie de variaveis de competividade , tais como: populacao e crescimento economico, mas tambem o ambiente para negocios, a qualidade de capital humano, as instituicoes, governanca e maturidade financeira e aspectos culturais.  No ranking que se limita aos 125 mais competitivos, Belo Horizonte ficou em 105 lugar.  Na America Latina, so 13 cidades foram classificadas.  Do Brasil, alem de BH, identificou Sao Paulo (36), Rio de Janeiro (76) e Porto Alegre (97).  Aqui esta o link para a pesquisa e sua metodologia: http://www.citigroup.com/citi/citiforcities/pdfs/hotspots2025.pdf

Belo Horizonte, esta ganhando fama como centro cultural internacional.  Inhotim, o impressionante museu – parque que saiu do nada a partir o que muitos em Minas consideram a loucura de Bernaro Paz e o principal propulsor.  Inhotim que fica uns 35 minutos do centro de Belo Horizonte reune um dos maiores acervos de arte contemporanea do mundo e o “setting” e maravilhoso.  No centro de Belo Horizonte, ha a importante transformacao da Praca de Liberdade onde as antigas secretarias e seus predios de valor historico viraram museus  e reais pontos de interesses para o visitante internacional.

Lembro-me quando a Praca do Papa e a Rua do Amendoim eram os destinos para levar os amigos de fora sem, e claro, negligenciar o acervo da Pampulha e as obras do Niemeyer e Burle Marx.  Felizmente, a cidade soube evoluir e esta perdendo um pouco da fama de provincia com todos os problemas de cidade grande, sem nemhum dos beneficos.  Veja The Economist 21/Dec./2013, “Temples of Delight” onde so Buenos Aires e Belo Horizonte aparecem no mapa da America do Sul.

Eu, que me declarei Mineiro, a partir da minha maioridade (18), nunca importei com a falta de atracoes ja que sempre me contentei com as coisas boas da terra: a gente, a comida, o futbol, a sabedoria de Minas Gerais.

 

 

 

 

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This entry was posted in Brazil.

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