President Dilma in NY, DC and California

Brazilian President Dilma Rousseff arrived in New York on Sunday. On Monday, she will speak at an infrastructure seminar. She will also meet with Obama and then go to San Francisco to meet with University of California President Janet Napolitano and maybe visit Google or NASA’s facility at Moffet Field in Menlo Park.

Her delegation is fairly standard in size. What’s noteworthy is who is missing. Absent, as far as I know are:

-Aloisio Mercadante, Dilma’s Chief of Staff (Casa Civil) who has to prepare a defense against allegations related to the car wash scandal.
-Marco Aurelio Garcia, Lula’s “gray” foreign eminence who has held the same post with perhaps less success under Dilma, and Roberto Mangabeira Unger, a Harvard law professor who claims that Obama was an OK student but denied his support for him in 2012 as the President had moved too far right. Unger is supposed to be reimagining Brazil’s role in the world.

Among the 80 or so members of the delegation are Joaquin Levy, the primus inter pares, as Finance Minister. Although it is reported that he has a lung blood clot he traveled anyhow. Dilma requires his presence to hopefully placate the business community anxious to hear about Brazil’s plans for controlling spending and inflation while at the same time creating an atmosphere conducive to investment and growth.

Levy’s presence, along with Armando Monteiro of Industry and Commerce, Katia Abreu of Agriculture and Planning Minister Nelson Barbosa. All are suited to softening the left-wing ideological conceits that characterize the PTistas of Lula’s ilk. The delegation’s makeup shows that Dilma is trying to be pragmatic and open to pushing for greater economic ties and opportunities with the US thus giving tacit recognition to the reorientation of Brazil’s foreign policy away from the South-South drive that started with Lula.

It is especially interesting to see a hastily arranged seminar on infrastructure. This may reflect Brazil’s concern that its major construction companies, tainted by the Petrobras scandal, may no longer be in a position to achieve the ambitious and much promised goals in building airports, seaports, roads, railroads, logistics and related services. It also reflects Brazil’s desire to attract foreign capital because of a lack domestic investment capital.
(http://infrastructurebrasil.brasilexport.gov.br/Sites/EstadosUnidos/)

Since the military dictatorship (1964-1985), Brazilian companies have muscled just about all US construction companies out of the market. Fluor, Bechtel, Morrison Knudsen and many others have either closed down or reduced their presence. Now, paradoxically, Brazil is hosting a seminar with the objective of promoting US investment in a field where foreign companies play only limited roles.

In Washington, both Obama and Dilma say that they have put the NSA spying scandal behind. It remains to be seen how this will pan out from the perspective of the press. It is certain that Obama will touch on the Pope’s recent encyclical on climate change and Dilma will lamely respond that, yes, Brazil is making progress in slowing the devastation of the Amazon rain forest. It is questionable how much slowing is actually taking place and if the recession in Brazil is contributing more than policy measures implemented and enforced by the government.

While Dilma is with Obama, it is likely that BNDES president, Luciano Coutinho, will be giving advice to the World Bank and Levy may meet with assistants to IMF chief Christine LaGarde (as she is off in Europe dealing with the Greek default) or Wall Street bankers seeking reassurance.

As for California, Dilma’s visit to the San Francisco Bay Area is interesting and somewhat nebulous. Apparently, it was suggested that she visit Google in Menlo Park but she also has a lunch scheduled with UC President Janet Napolitanto. Napolitano used to head the Department of Homeland Security. Will they avoid touching on national security and spying? Perhaps Education Minister Renato Janine will be at the meeting and then it could be productive if there are any substantive proposals for developing and enhancing an already important interchange between the Brazilian federal universities and the UC system.

If Dilma doesn’t visit Google, she may at least meet with personnel from Brazil’s investment agency APEX in San Francisco. The head of APEX, David Barioni Neto, has tasked local staff to seek venture capital for Brazilian IT startups and certainly there has been some minor success with that. It’s not necessarily presidential but at least it’s something.

Dilma had suggested going for a bike ride in New York. But it looks as if Itamaraty (Brazil’s Foreign Ministry) feared protests. Maybe she can do so in San Francisco, although the city;s hills are as steep as the challenges she faces at home.

Nao estou entendendo. E voce?

A evolução dos escândalos de corrupção já ultrapassa a minha capacidade de compreensão. A prisão do Marcelo Odebrecht e do Otavio Azevedo me impressiona. Acima destes, só sobraram Lula e Dilma. Será que o Ministério Publico e o grupo do juiz Sergio Moro tem cacife para tanto?

Corrupção não e’ novidade e o mensalao já deu uma reviravolta muito grande, mostrando a novidade de que políticos e empresários importantes podem ser presos, julgados e condenados a servir penas na cadeia.

Creio que a condenação do ex-todo poderoso Jose Dirceu deu alento e serviu de exemplo, mostrando que as instituições podem funcionar de uma forma onde os poderosos já não são tão “protegidos”.

A questão de blindagem vem a tona agora. Com certeza as empresas como Odebrecht e Andrade procuram se proteger contra processos. Isto e’ típico em qualquer empresa. E no caso da Odebrecht, que e’ a maior e mais conhecida multinacional privada, com uma relação próxima ao ex-presidente, era de se esperar que a blindagem funcionasse.

Então, o que esta acontecendo? Pergunto, como e’ possível que um juiz, no caso Sergio Moro e sua equipe, tenha o poder de processar e prender?

Em outra época, o juiz não seria transferido ou “neutralizado” de alguma forma?

Como e’ que a equipe tem a colaboração da Policia Federal? Em outras épocas, um juiz podia mandar prender mas por algum motivo a policia não achava o suspeito e ficava por isso mesmo.

Hoje o juiz Moro prendeu vários CEOs. Ainda não entendi como aparentemente não se aplica o “habeas corpus”, estando vários executivos presos ha pelo menos seis meses e ainda aguardando julgamento?

Vejo Petista comentando que tudo e’ complô do governo americano e da CIA. Com certeza, ha’ algum interesse por parte deles, mas o fato e’ que o Brasil não e’ sua prioridade.    Então creio que merecemos outra explicação levando em conta razoes internas. Estou certo ou errado?

Postulo que a sociedade civil já se manifesta e podera’ responder de uma forma mais veemente, o que o governo teme, pois não tem controle suficiente do o aparato de segurança caso isto venha a ocorrer.

Por outro lado, deveríamos dar credito a Dilma, por ainda querer preservar as instituições e respeitar a Constituição? Porem, neste momento, ela se encontra politicamente fraca, e teme fazer uma intervenção mais agressiva que poderia acabar com seu mandato.

O PT condena a revista Veja, a qual convenhamos, tem uma postura tendenciosa, como também outros veículos, como Estadão, Globo, Folha, Brasil 7/24, Carta Capital, etc.   Mas a imprensa ainda e’ bastante livre e tem um papel relevante nas revelações bem como no ordenamento civil dos processos. Afinal, quem na imprensa vai querer um golpe de esquerda ou direita?

Talvez a grande pergunta e’ se as instituições estão funcionando ate quando. E qual serão os elos fortes e fracos que levam a gente a ganhar ou perder?

São perguntas que vem na cabeça. Abro a questao para quem quiser responde-las.

Vida Cotidiana: Cultura, Ilusoes e Relevancia

O assunto de diferenças entre culturas e’ bem popular nos cursos de negócios internacionais. Embora eu ensine o assunto, tenho minhas reservas. Geert Hofstede e’ um dos “papas”  e ele, junto com seus seguidores, desenvolveu questionários e instrumentos de medição como instrumentos para fazer comparações. Por esta analise, os Estados Unidos são a terra do individualismo. O Brasil, por sua vez, registra alto grau de conformidade, ou seja os brasileiros evitam situações que geram incerteza e risco. Estas medidas, ao grosso modo, talvez ajudem a entender e comparar culturas mas oferecem pouco em termos de comportamentos individuais.

No meu caso em particular, por exemplo, convivo com a dinâmica e tensão entre a vida norte-americana, a vida brasileira e a vida de brasileiros nos EUA e a de americanos no Brasil.

A idade, a historia, as circunstâncias pessoais, a família e os amigos e ate’ a comunidade virtual são influencias que afetam o pensamento e a forma de agir individuais.

Num domingo típico, por exemplo, podemos comparar a rotina americana com a brasileira. Levanta-se um pouco mais cedo ou um pouco mais tarde em ambos os países. Pode-se também comparar entre lugares dentro de um mesmo pais: Em BH, muitos vão ao clube recreativo; já no Rio dão uma caminhada e um mergulho na praia.

E na busca de significado e relevância, gastamos boa parte do tempo conversando com nossos parceiros mais próximos, lendo jornais, revistas, ‘surfando’ ou enviando mensagens por computador ou vendo TV. Com isto, metade do dia já se foi. No Brasil ha um fator adicional, que e’ tempo gasto com família e amigos, com almoços aos domingos e encontros nos bares para um chope. Nos EUA os filhos já criados tem suas famílias e autonomia e se vão, prevalecendo o individualismo.

A tal da globalização esta empurrando o Brasil na mesma direção. Mas os conflitos são mais nítidos. Quando se resiste ao almoço na casa da sogra, geralmente ha conseqüências. Eis ai um exemplo do respeito a hierarquia no esquema de Hofstede.  Antigamente, havia a desculpa do futebol e a ida ao campo. Hoje, os amigos raramente vão ao estádio e preferem ver jogos pela TV. Preguiça da idade, temor a violência ou economia de tostões, sei la.

Depois que deixei de ser juiz de futebol, já não tenho mais este prazer e como matei a TV, minha opção seria sair para um boteco com amigos, o que nos EUA, não tem graça. O americano dorme cedo. No Brasil, pelo menos ainda ha o “clube da esquina.”

Talvez seja uma ilusão sermos mais convivas no Brasil. Se não formos, mantemos a fantasia.   Saímos para os chopes, as comidas e as conversas de botequim. Afinal, pensamos que contribuímos para a solução de alguns problemas nacionais. Ledo engano, mas e’ gostoso.

No Brasil, já que não ha mais a saída para o futebol, embora ainda ha nos fins-de-semana, o churrasco ou a comilança em casa com parente ou amigos.  Os americanos no geral são mais comedidos, tendo um nível de indulgencia menor do que os brasileiros. Como muitos da classe media americana nunca conviveram com a pobreza, não tem a mesma tendência de exagerar “tirando a barriga da miséria”. No geral a festa, mesmo com certo exagero, e’ mais divertida no Brasil. Mas isto todos sabem.

A tabela abaixo e’ acadêmica, com as dimensões básicas de Hofstede ao comparar o Brasil com os EUA.

culture_brazil

Quanto a mim, onde e que eu fico? Onde e’ que eu me encaixo neste cenário?

Source: The Hoftstede Center (www.geert-hofstede.com)

PDI = Power Distance

IDV = Individualism

MAS = Masculinity

UAI = Uncertainty Avoidance

LTO = Long Term Orientation

Isolation, Empathy and Growth

“No man is an island but Brazil is a big farm.”

Globalization is a favorite word nowadays and it means we are all interconnected through movement, markets and media. So it is striking to read the article by Luiza F and Simon Schwartzman entitled “Isolation to Integration” which I recently reposted. The article notes that in today’s world, linked by all types of transportation and communication, Brazil, at least in terms of the number of foreign-born residents, is about ½ as diverse as it was a century ago. The average Brazilian today has less direct exposure to someone foreign than a hundred years ago.   Society is closed within its own borders and oblivious to the rest of world except events, which are interpreted through Brazilian TV and other mass media.

The Schwartzmans also emphasize Brazil’s economic isolation. The world’s 7th largest economy fails to meet its potential in international trade and at the level of individual migration and exchange. While other BRIC countries, China and India, have over a hundred thousand students in the US, the Brazilians have only 10 thousand. Their article also reports that Brazil ranks 177th out of the 184 nations studied in terms of the export of goods and services as a proportion of its GDP (World Bank, 2013). So the country punches below its weight in exports and has a relatively insignificant number of students and scholars who might learn and study, in the hope of bringing back new ideas, techniques and improvements.

While the Brazilian government estimates that there some 3.5 million citizens living abroad (many with no plans for a permanent return), there are only some 600 thousand foreign born living in Brazil. A hundred years ago, there were a million foreign-born representing about 4 percent of the total population of 25 million in 1915. Today, with about 200 million the percentage has dropped ½ of 1 percent. Essentially, Brazil today is less exposed (at least directly) to foreign culture than it was a century ago. That’s astounding.

Provincialism is one of the consequences of this self-imposed isolation. In my business, I have struggled with Brazilian manufacturers who constantly turn away from export opportunities or only pursue such openings in a mere opportunistic fashion. Like Brazilians in general, manufacturers looks inward.

Tourism, it is true, has exploded in the past 20 years but the tourists see the US and Europe as convenient and inexpensive shopping centers. Splendid in isolation and secure with the culture of samba and futebol, Brazilians fail to bring home the basic ideas of change and innovation in their suitcases that are stuffed instead with electronics and consumer goodies.

Those who have the opportunity to travel and study abroad sometimes reflect upon the organization they find in say the United States or the respect for history and its influence in Europe. However, this sentiment is soon overwhelmed by the so-called Brazilian reality and whatever good intentions might arise remain as such.

Receiving foreigners and traveling abroad can be great learning experiences where individuals question their present situation by comparing it with what they see and understand in interacting with people from different cultures. Interaction and exchange lead to understanding and understanding to empathy or the ability to place one’s self in the position of the other. Brazil though already has a highly rigid social hierarchy and it is difficult for one class to relate to another. Social distance can be extreme and this separation inhibits seeing or understanding the other (especially the other of another class). Empathy, consequently, is in short supply due, at least partially, to the inward looking, self-congratulatory and closed nature of the society.

The current debate on lowering the age of legal responsibility is an example of the shortage in feeling for the other. A significant number of Brazilians want 16 year olds to bear full responsibility for their acts, especially the evil ones. This is mainly a reaction to many crimes such as the recent knife killing of a medical doctor in order to steal his bicycle. The principal suspects are all youth under 18. The young assailants killed the doctor, perhaps out of an undeveloped recognition of his “likeness” to them.  They apparently saw him only as a wealthy person, with whom they share nothing and could be victimized without remorse. Middle class people and others, in sympathy with victims, want to incarcerate for long periods or even kill children and/or teens they deem responsible. So they too, show no empathy for marginalized young people who have no stake or and little holding in the system. For middle and upper class Brazilians, they would prefer that street kids and favela residents be invisible.

Now, empathy can also mean being able to look beyond the current situation and be able to innovate based on seeing and learning. Brazil’s closed economy has always sought to protect first comers. Late arrivals are unwanted competition and should be defended against and neutralized. Thus Brazil has developed and maintained its notoriously complicated and bureaucratic import and tax structure. A “nationalistic” state protects symbiotic multinational interests that comfortably accommodate within the closed walls and produce less than top of the line products. These goods are ok for internal consumption but hardly competitive in the international market. A lack of vision leads to subdued competition, which, results in shabby products and ultimately poor growth. At least part of Brazil’s recession today can be attributed to its excessive isolation. The walls that have protected have also constricted. Moreover, the limitation is not only economic; it is, perhaps more importantly, intellectual. Brazil tends to copy poorly, and in an uninformed fashion, foreign intellectual trends and doctrines. Some leftist parties in Brazil are still working in the framework of the 1930’s while right wing parties hark back to poorly veiled populism that was successful in the 50’s or perhaps crony capitalism of Franco’s Spain. Evangelicals, on the right, hope to prevail by railing against the emotive issues of abortion and gay marriage, while leftists seek power under the guise of distribution, equality and state control (but with little real progress).

However, neither political side has any real empathy with those outside their group and class, but rely instead on the cynical sharpness of always taking advantage. This mentality was popularized as the Lei do Gerson, Brazil’s outstanding chain smoking mid fielder on the Tri team of 1970, who easily victimized opposing defenders with wonderfully quick, long and accurate passes. As the ongoing preponderance and popularity of the Gerson’s law illustrates, “esperteza” is a characteristic Brazilians have traditionally valued as being more rewarding than being empathic, sympathetic or recognizing the other. This lack of empathy or perhaps better, the limiting of empathy to class, family and status connections remains a factor slowing development in Brazil and the evolution of its civilization.

Reposting from Simon Schwartzman’s Blog

migrationEm um mundo em que conhecimentos, mercadorias, pessoas e recursos circulam cada vez mais, como está o Brasil? Na economia, sabemos que o isolamento é muito maior do que se imagina, com exportações de bens e serviços correspondendo a somente 12.6% do PIB em 2013, na 177a posição entre os 184 países para os quais existia esta informação, disponível do site do Banco Mundial.

Em trabalho recente, publicado em Brésil(s), revista do Centre de Recherches sur le Brésil Colonial et Contemporain  e também disponível em inglês, Luisa F. Schwartzman e eu procuramos ver o que ocorria em termos de fluxo de população, sobretudo de pessoas alta qualificação,  tanto de fora para dentro quanto de dentro para fora, e o que se vê é que o isolamento também é grande. Em 1900, haviam 1.2 milhões de pessoas nascidas no exterior vivendo no Brasil, 7.2% da população. Em 2010 eram 600 mil, ou 0.3%. Não sabemos ao certo quantos brasileiros vivem no exterior, mas uma estimativa do Ministério de Relações Exteriores de 2011 era de 3.1 milhões, mais ou menos metade nos Estados Unidos, resultantes de um êxodo que teve seu início nos anos da “década perdida” de 1980.

O isolamento é uma forma primitiva de defesa, que protege empresas e pessoas no mercado de trabalho de concorrentes e imigrantes mais qualificados; e a saída para o exterior pode significar, em muitos casos, perdas importantes de pessoas qualificadas, que tiveram sua formação financiada pelo país . Mas o isolamento deixa o país fora dos fluxos internacionais de cultura, conhecimentos, informações e investimentos produtivos, sem o qual a economia não avança e a sociedade não se moderniza.

Neste trabalho, procuramos olhar mais de perto, com os dados disponíveis, quem sai do Brasil para trabalhar ou estudar, o que fazem lá fora, o que acontece com os que voltam, quem são os imigrantes que o país continua recebendo, aonde vivem e o que fazem; lembramos a grande contribuição que imigrantes estrangeiros trouxeram para o desenvolvimento da economia, ciência, tecnologia e educação superior no país, e discutimos os esforços mais recentes de internacionalização, assim como suas limitações. Boa leitura!

Recado ao PT: transformar o desalento em teimosia

Um bom artigo do Boff. Sera que o sonho volta ou so a decepcao?

Leonardo Boff

Tempos atrás escrevi um artigo com o título semelhante. Relendo-o, vejo sua atualidade face à crise de rumo pela qual passa o PT. Refaço-o com adendos. Não basta a indignação e o desalento face aos crimes cometidos no assim chamado Lava Jato na Petrobrás. Importa tomar a sério a amarga decepção provocada na população, particularmente nos mais simples e nos militantantes que agora suspiram cabisbaixos:”nós que te amávamos tanto, PT”.

O que tem que ser suscitada nesse momento é a esperança, pois esta é notoriamente a última que morre. Mas não qualquer esperança, aquela dos bobos alegres que perderam as razões de estarem alegres. Mas a esperança crítica, aquela que renasce das duras lições aprendidas do fracasso, esperança capaz de inventar novas motivações para viver e lutar e que se consubstancia em novas atitudes face à realidade política e com uma agenda enriquecida que completa a anterior.
A corrupção havida…

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