Jacques Marcovitch: Former USP Rector – Interesting Comments on Brazil University Rankings

Jacques Marcovitch is an important intellectual with a long history in and out of academia.  He spoke at this year’s ABTCP (Pulp and Paper Convention) in Sao Paulo as he has been deeply engaged in promoting sustainable development.

When questioned that the University of Sao Paulo has fallen out of the top 100 university rankings, he responded that being in the top level was not a priority for the government and that there is contradiction between being a top level institution and one with the role of social incorporation.

Curious, in my opinion and concerning as well.

Here is the Portuguese text as reported at Celulose Online:

“Universidades no ranking das melhores do mundo não é prioridade do Brasil”, diz Jacques Marcovitch
Afirmação foi feita pelo docente da USP durante Sessão Florestal do ABTCP

Da Redação

10/10/2013 – Ontem (9), na abertura da Sessão  Técnica Florestal, o professor da FEA (Faculdade de Economia e Administração) da USP/ (Universidade de São Paulo), Jacques Marcovitch, ministrou uma palestra sobre as tendências mundiais e os desafios regionais do setor. Entre as várias informações, ele destacou que quem vai construir o futuro do mundo são os países têm suas universidades entre as 100 melhores do mundo.  

Curiosamente, um ranking apresentado recentemente mostrou que a USP, única universidade brasileira que fazia parte da lista de 100 melhores universidades do mundo, ficou de fora. E a Unicamp que estava entre as 200 melhores também caiu no ranking.  Isso quer dizer que o Brasil está caminhando na contra mão deste conceito? Com exclusividade ao portal CeluloseOnline, o professor apresentou uma resposta a essa pergunta: “O Brasil não tem a prioridade de inserir as suas universidades entre as melhores do mundo. Pelo contrário, quer utilizá-las para o que se chama democratização acesso universitário”. Ele ainda acrescentou: ” O que isso significa ? Ou você constrói uma universidade de padrão mundial ou você faz da universidade um instrumento de ação social. Não é possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo”, afirmou. 

Governo

O docente  também comentou que o Estado também tem papel importante e precisa olhar para a universidade com objetivo estratégico. “ Isso não significa intervir nas universidades, mas significa dar para ideias e propostas que possam levá-las para esse padrão internacional”, disse ele. 

Segundo Marcovitch, a pauta brasileira de prioridades está mais próxima da questão interna do que da internacional, ao passo que a agenda nacional está voltada para os próprios interesses.  “Como você pode ter uma país sintonizado com as transformações internacionais, se todos os seus dirigentes são mais sintonizados aos problemas internos? Existe aí um espaço a ser conquistado para integrar nos governos pessoas que possam ajudar a construir o que chamamos de um Estado estratégico, que nada mais é do que governos que representam um Estado que tem a capacidade de responder rapidamente às oportunidades e as ameaças”, finalizou.

CeluloseOnline

 

 

 

 

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